terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sob a Luz "Palestra"


Boa noite, irmãos.

Que Jesus possa estar conosco em noite tão agraciada. Temos tentado de todo o coração sermos felizes. Nos comprometemos em ter bons empregos, em ter bons lares, em ter boas famílias e ter, ter, ter, ter tantas coisas de que tantas vezes não nos fazem diferença alguma. 


Mas, será irmãos, que nos propomos também a ser.Ser pessoas dignas, ser pessoa do bem, ser bom irmão, ser boa esposa ou bom marido, ser filho de Deus no mais abrangente valor desta frase?

Todos nós estamos passando pela vida, na condição de Espíritos encarnados, que necessitam absorver as melhores conquistas morais e estamos tão preocupados com ambições materiais. Irmãos, que contradição, não acham?

Não há nada de errado nas conquistas materiais, pois nós precisamos da matéria, porém, todas as coisas devem ter o seu valor real.

A matéria nunca deveria ser mais valorizada que o amor, o respeito, a ética, condições que enobrecem o caráter e elevam a alma. 

Saibamos pensar nos princípios do mestre que nasceu na manjedoura e morreu na cruz. Nunca teve sequer o menor conforto e ainda assim, disseminava por onde quer que fosse os melhores princípios.

Até mesmo estando calado, em tudo transparecia seu amor incondicional.Ainda hoje tenta nos ensinar e será sempre nosso exemplo de paz e união.

A quem temos auxiliado? 

Em nome de quem estendemos a mão?
É forçoso para ti olhar para um irmão necessitado?

O que sentes ao ver aquele que é privado do básico de higiene e moradia? 

Tens repudiado aquele que carece de ti?

Pensemos todos, pois eu também sou pecador, todos nós somos. Agimos como filhos ingratos. Pedimos incansavelmente, vivemos a nos lastimar, perdemos a paciência sem motivo e choramos como bebês.

Não temos maturidade senão para sermos cobradores? 

Cobrar o quê? 

De quem?

Se apenas nós somos responsáveis pelas posições que ocupamos nesta sociedade. E digo mais irmãos, enquanto estivermos dispostos a perder tempo, sendo competidores numa corrida incansável por bens materiais, mais forçoso será o momento do nosso desenlace da matéria, fazendo-nos agarrar num corpo fétido e condoído pelas chagas do pensamento limitado.


Abrindo os horizontes, contemplaremos o infinito e as diversas possibilidades de ser feliz sem bloqueios, preconceitos ou bobagens de convencionalismo.

Por que não se entregar sem receios ao mundo da doação?

Falar com sinceridade, agir com tolerância, sorrir com carinho e estender as mãos com entrega. Pois está aí Jesus que nos ensina a amar uns aos outros como Ele nos amou, simplesmente amar. 



Boa noite!



                                                                           Sob a Luz / Erasmo Gurgel

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